Bolinhas aleatórias #1
A dose semanal de caos para quem sobrevive no modo avião.
Textos curtos, confusos ou brilhantes — depende da semana.
Você já teve a sensação de estar presente mas de alguma forma desconectada, ou deslocada?
Só com o essencial ligado, emocional no offline, sem notificações no celular, sem energia social, sem paciência e sem prioridade nas tarefas diárias.
Essa dose semanal de caos é um convite ao desequilíbrio necessário, ao pular sem medo, a sair do modo avião e sentir algo novo e diferente.
Começando oficialmente a primeira semana útil de maio, e pensando que já entramos no mês 5 desse ano, é tão estranho pensar na quantidade de coisas realizadas e nas que ainda estão por vir.
Tive um feriado prolongado do 1º de maio, e queria ter aproveitado para cumprir uma meta do escritório, mas tive um certo esgotamento com o assunto T R A B A L H O de quarta pra quinta.
Consegui entrar em um flow incrível e fui até as 2 da manhã trabalhando (feito que nunca tinha conseguido nessa vida) foi prazeroso, não foi algo penoso no momento.
Mas no dia seguinte minha mente já não conseguiu mais focar naquela temática, acabei entrando aqui no substack e montei todo esse pedaço de mim online, algo que já queria ter realizado há meses e não tinha conseguido.
Como eu não sou uma pessoa que faz as coisas pela metade até criei toda uma identidade visual para minha persona escritora, sobre o nome e tudo mais eu vou explicar depois no quem eu sou na aba sobre, que ainda não nomeei.
Mas são pequenas vitórias conquistadas, consegui voltar a trabalhar com música ligada depois de anos sem, consegui trabalhar horas seguidas sem me sentir mal ou cansada.
Nesse sentido lembrei disso aqui:
Era uma vez... uma lebre e uma tartaruga.
A lebre vivia caçoando da lerdeza da tartaruga.
Certa vez, a tartaruga, já muito cansada por ser alvo de gozações, desafiou a lebre para uma corrida.
A lebre, muito segura de si, aceitou prontamente.
Não perdendo tempo, a tartaruga pôs-se a caminhar, com seus passinhos lentos, porém, firmes.
Logo a lebre ultrapassou a adversária e, vendo que ganharia fácil, parou e resolveu cochilar.
Quando acordou, não viu a tartaruga e começou a correr.
Já na reta final, viu finalmente a sua adversária cruzando a linha de chegada, toda sorridente.
E realmente faz muito sentido, a gente ás vezes tá tão focado em ser célere que se esquece que com passos de tartaruga, constantes e calmos podemos ir mais longe.
Para você que leu até aqui, obrigada!
Quem quiser comentar algo ou complementar a nossa dose de C A OS fiquem a vontade.
Pra você que lembrou de alguém:


